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Um frete que vai custar muito caro ao Brasil

27 de agosto de 2018
por Flavio Barbosa Andreo * Agosto é um mês decisivo para o Agronegócio.  Há dois grandes problemas que, se não forem solucionados até o próximo dia 31, podem causar mais do que enormes prejuízos ao setor e, indo mais além – mas sem exagero – podem arrasar a próxima safra. São eles: a indefinição jurídica sobre a tabela de fretes e a suspensão do uso de produtos à base de glifosato, que já foi noticiado por este jornal. Vou me ater à primeira questão, embora as duas tenham semelhanças em suas origens: são decisões sem embasamento técnico, de caráter populista e tomadas por agentes públicos no âmbito federal que, ao final, podem prejudicar o setor que hoje é o responsável por 23,5% do PIB nacional, além de ser o fiel da balança de exportações. O ministro Luiz Fux comanda, no próximo dia 27, a segunda audiência para tentar um acordo entre caminhoneiros e empresários sobre os valores que estão em vigência e que tornam impraticáveis os custos com transporte para o Agronegócio.  Importante destacar que, dentro do próprio Governo, não existe consenso sobre a tabela. Ou melhor: existe um consenso de que a Advocacia Geral da União (AGU) tomou a decisão errada ao defender a política de preços mínimos para o transporte de carga no Brasil. O Ministério da Fazenda já enviou um parecer contrário ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o tabelamento de preços. Embora a medida provisória tenha sido negociada pelo Palácio do Planalto e pelos ministros da Fazenda e do Planejamento com os caminhoneiros para acabar com a greve, a avaliação interna é de que a ação foi anticoncorrencial e desfavorável ao ambiente de negócios. Na prática, o Ministério da Fazenda reconheceu o tamanho do erro e os prejuízos que ele pode causar, reforçando o argumento das entidades produtivas que incluem não só o Agro, mas também a Indústria e o Comércio: de que o tabelamento de preços fere o princípio da livre concorrência. O parecer da Fazenda é muito claro neste sentido quando aponta: “Ao reintroduzir o tabelamento em setor aberto à livre concorrência sem a devida análise do impacto que medida terá sobre os demais mercados e, em última análise, sobre o consumidor, não conseguirá assegurar, conforme propôs, a existência digna, conforme os ditames da justiça social”. Várias entidades, como Associação das Empresas Cerealistas do Brasil (Acebra) e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) entraram com ações contra o tabelamento de fretes. Entre os argumentos estão custos bilionários com a imposição do tabelamento do frete, a elevação dos custos dos alimentos, além da ameaça de redução da produção agrícola em áreas distantes dos grandes centros. Em um dos estudos, realizados pela CNA, as estimativas de prejuízos que o tabelamento de fretes pode causar atingem toda sociedade brasileira. Entre eles está um aumento médio de 12,1% no preço de alimentos, como arroz, carnes, feijão, leite, ovos, tubérculos, frutas e legumes, que representam mais de 90% da cesta básica. O setor produtivo não é contrário a
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Projeto 360 é destaque no Polo Bela +

30 de julho de 2018
Realizado em 17 de julho na Unidade de Difusão Tecnológica da Belagrícola, em Cambé (PR), o Polo Tecnológico Bela + Milho 2018 apresentou uma proposta audaciosa aos participantes: uma terceira safra no ano, demonstrada através do Projeto 360. Desenvolvido pela Belagrícola com a adoção de tecnologias de manejo, o Projeto 360 permite ao agricultor potencializar o uso de sua área e colher até três safras anualmente. O Polo Tecnológico Bela + recebeu 300 produtores rurais de várias cidades, que também conheceram 10 estações com demonstrações de experimentos agrícolas dos principais fornecedores do agronegócio, como Syngenta, Dekalb, Agrichem, Basf, FMC, Biolchim, Master, UPL e LG. O objetivo do evento foi apresentar as principais inovações desenvolvidas para o milho safrinha, que vem crescendo em importância para o produtor rural.  Na programação, discussões sobre tecnologia, posicionamento e cenário agrícola relativo à cultura. Fernando Melatti, coordenador de marketing da Belagrícola, explica que o Projeto 360 convida o agricultor a olhar não só para uma, mas o para o conjunto das suas safras durante o ano e todas as demandas e manejos que têm que ser preparados para alcançar esse objetivo. “Além de trabalhar na estruturação do solo com uma boa cobertura, é preciso investir em uma genética de qualidade e manejo para, além da safra de soja e de milho, investir em uma terceira safra”, salienta Melatti. Alexandre Yamamoto, coordenador técnico da Belagrícola, que falou aos participantes sobre bioativação, ressaltou a necessidade do diagnóstico do solo. “A gente precisa ter um diagnóstico bem preciso do solo porque trabalhar três safras em um ano agrícola, exige muito do solo e o conhecimento apurado de onde estão as suas limitações é muito importante. É aí que entra o Belaprecisão para levantar todas essas informações”. A Dekalb apresentou uma semente de milho específica para quem pensa em mais uma safra, que pode ser de milho ou uma área de cobertura. “Diferente de milhos precoces que têm ciclos de 140 a 145 dias, o híbrido que estamos demonstrando entrega um ciclo de 115 a 120 dias, permitindo um plantio no final de janeiro ou início de fevereiro para conseguir uma colheita no mês de maio”, explica Thiago Fabrício, representante da Dekalb.   Terceira safra empolga produtores  Para Paulo César da Silva, produtor de Sabáudia (PR), uma safra extra ajudaria bastante. “Hoje as janelas estão muito apertadas e a renda do produtor, a cada ano que passa, fica mais difícil de aumentar. Então, tendo essas condições, facilita bem mais e ajuda a agregar mais valor à propriedade”. Luiz Henrique de Paula, produtor de Rolândia, diz que reinvestiria o valor que ganhasse na terceira safra. “Com duas safras, o alto custo e o baixo preço, seria interessante mais um ganho para o produtor rural poder reinvestir na terra”. Sérgio Ito, produtor de Londrina, afirma que seria um sonho realizado: “É o sonho de todo o produtor tirar três safras no ano. É um caso a se pensar, mas requer muito planejamento”. O especialista e consultor Leonardo Sologurem proferiu a palestra
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Tour técnico leva 20 produtoras à UBS

26 de julho de 2018
O Projeto “Work Like a Girl” continua encantando o público feminino da Belagrícola. Desta vez, 20 clientes de seis cidades e dois estados participaram do 1º Tour Técnico de Mulheres do Agro no dia 29 de junho, na Bela Sementes, em Tamarana (PR). A programação começou com um café da manhã preparado especialmente para o grupo. Em seguida, na Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS), as clientes conheceram todo o processo: desde a classificação dos lotes até o ensaque e armazenamento das sementes tratadas. “O tour foi importante para que elas conhecessem toda a tecnologia e qualidade que empregamos na produção de nossas sementes”, afirma Rebeca Lins, diretora-administrativa da Belagrícola. Assim, elas puderam certificar-se da segurança e qualidade destas sementes quando entregues na propriedade. Foi a primeira vez que a Sementeira recebeu um grupo composto exclusivamente por mulheres. O gerente da UBS, Oscar Fregatto, acompanhou as clientes durante a visita, respondendo a todas as dúvidas.  O tour foi finalizado com um almoço em um espaço para receber as clientes da Bela. Ingrid Anschau, produtora rural de Tamarana (PR), elogiou a iniciativa e ficou surpresa com a tecnologia da Bela Sementes. “Foi uma visita maravilhosa com uma equipe dedicada! Tivemos uma atenção mais que especial.  O Oscar Fregatto foi muito assertivo no modo de explicar o funcionamento geral da Sementeira. Fiquei admirada com o tratamento da semente e como prezam pela qualidade!  A equipe da Belagrícola está de parabéns! O Projeto “Work Like a Girl” é uma ótima iniciativa para as mulheres se integrarem ainda mais ao ambiente ainda tão masculinizado que é o Agro”. Cristiana Valentini Daher, produtora de Londrina (PR), parabenizou a empresa pelo Projeto: “Muito interessante a iniciativa da Belagrícola em ampliar o conhecimento feminino em um meio predominantemente masculino, uma vez que conhecimento é palavra de força em tempos que as mulheres estão cada vez mais inseridas no campo e buscam apoio especializado. Além de palestras com temas muito interessantes, tivemos a oportunidade de visitar a Sementeira da Belagrícola em Tamarana, onde pudemos conhecer de perto uma estrutura limpa, organizada, com tecnologia e qualidade. A cada etapa, uma explicação que nos fortalecia cada vez mais. Parabenizo a Belagrícola pela visita e também pelo o café da manhã e o delicioso almoço de encerramento”. O Tour Técnico de Mulheres do Agro será programado trimestralmente. Ainda em 2018, mais dois serão agendados.
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2° Encontro de Mulheres do Agro tem novo formato com diferentes palestras

26 de junho de 2018
O 2° Encontro de Mulheres do Agro reuniu 75 participantes na sede da Belagrícola, em Londrina (PR), na tarde do dia 7 de junho. As convidadas vieram de diferentes cidades do Paraná e de São Paulo.   As produtoras foram recebidas pela diretora-administrativa Rebeca Lins, que abriu oficialmente o evento agradecendo a presença de todas e apresentando a programação de palestras. O consultor Wellington Moreira foi um dos palestrantes e falou sobre gestão com destaque para o papel feminino dentro das organizações. “A mulher está ocupando seu espaço e não é simplesmente por causa de uma cultura de diversidade. As mulheres têm muitas competências que os homens não possuem, como flexibilidade, polivalência, capacidade de gerir pessoas”. Cláudia Carlomagno, produtora de Cornélio Procópio (PR), embaixadora do Projeto Mulheres do Agro, foi uma das palestrantes. Ela contou sobre sua experiência à frente de sua propriedade, que ganhou prêmios nacionais de produtividade e elogiou a iniciativa da Belagrícola : “As mulheres estão cada vez mais mostrando que realmente estão no agronegócio. E nós estamos em busca de muita informação. Quando essa informação vem acompanhada de um momento de troca, como tivemos nesse evento, é muito melhor. É por isso que essa iniciativa da Belagrícola é fantástica e tem que permanecer”. Fofão, ex-atleta da seleção brasileira de vôlei e medalhista olímpica, que também participou do encontro, falou pela primeira vez a um público feminino ligado ao agronegócio. “Contei a minha experiência como atleta e por que a motivação é importante. Nós, mulheres, temos uma capacidade muito grande de superação. Só precisamos despertar para isso”. As participantes elogiaram bastante a palestra de Laura Moraes, gerente de Gente & Gestão da Belagrícola. Ela destacou as principais mudanças e impactos da reforma trabalhista no campo e respondeu a várias dúvidas da plateia. Convidadas destacam importância do evento Para Thais Antonangelo, de Ourinhos (SP), o evento da Belagrícola “é mais do que essencial”. “Contribui para a troca de conhecimento e motiva as mulheres a estarem mais no campo”. Neuza Tomimatsu, de Londrina (PR) também elogiou: “Foi muito bom, construtivo. Esse tipo de encontro para nós, agricultoras, é muito bom porque nos ajudar a crescer na área do agronegócio”. Fernanda Ribeiro, de Tarumã (SP), gostou da escolha dos temas. “Neste segundo encontro foram abordados temas mais práticos e realistas. E é interessante para nós, mulheres do agro, que ficamos cada uma em lugares diferentes, termos um ponto fixo para essa troca de informação. E a Belagrícola está abrindo as portas para nós”. Rebeca Lins, diretora administrativa da Belagrícola e idealizadora do Encontro das Mulheres do Agro, afirma que a intenção da empresa é dar continuidade ao projeto. “As participantes elogiaram bastante o conteúdo, o nível dos palestrantes, a formatação. A ideia é continuar melhorando porque é um projeto que vem dando um excelente resultado. Podem aguardar porque já estamos programando os próximos encontros”.